Aquilo que Somos: A Verdade Última é o Amor


Este texto é o trecho de um livro na qual iniciei o desenvolvimento à meses atrás, mas que decidi partilhar no momento presente, boa leitura.
“Nunca disse-lhes que seria fácil, mas que compensaria.” – E é com esta frase que eu dou início a esta mensagem de amor, pois é isto que eu sinto enquanto escrevo, enquanto me encontro na presença de uma egrégora amorosa, que ao mesmo tempo que carrega um enorme poder cura, também se encontra na jornada de se curar.
Você que está lendo esta mensagem, saiba que você não é diferente de mim. Dentro de ti existem muitas vidas, incontáveis memórias e incontáveis histórias recheadas de experiências e aprendizados que moldaram quem tu é hoje, quem tu foi antes e quem será no futuro, seja um futuro este daqui a 10 anos, 20 anos, 50 anos, ou até 200 anos á frente.
Não estou escrevendo esta mensagem querendo parecer enigmático, de forma nenhuma, tudo o que eu escrevo é no sentido literal da coisa.
Somos organismos em evolução espiritual; física e magnética.
A vida é uma Onda — e algum momento, algumas partículas desta onda se desenvolveram como consciências e decidiram sair do mar, e enfim, aqui estamos; Assim como as partículas do mar interagem umas com as outras magneticamente em estado de fluxo a ponto de formarem ondas, nós também.
Há uma gigantesca possibilidade de um dia termos nos encontrado e nos relacionado nas águas deste planeta, ou nas florestas, perto dos grandes vales recheado de árvores, ou em cavernas… isso de fato um dia aconteceu, talvez a mil, 10 mil, 30 mil, 100 mil ou a milhões de anos atrás. (ou quem sabe a bilhões… em outro quadrante do universo.)
Nós no passado
A Milhões de anos, estávamos em um fluxo de vida solitário e extremamente sintonizados com o estado consciencial de sobrevivência no meio das florestas e dos desertos.
Até que um dia, duas polaridades se uniram e se desenvolveram, até formarem as tribos. Esse acontecimento foi a centelha ascendendo, dentro da consciência da humanidade daquela época.
Através do Amor a humanidade primitiva (Australopithecus) se uniu, quando isso aconteceu, a consciência deles percebeu que quando havia união, o sentimento de segurança era maior.
Através do tempo e através do amor, a consciência da humanidade se desenvolveu, individualmente e coletivamente à ponto de sempre nos aprimorarmos, desenvolvendo novas ferramentas e filosofias que regiam as tribos daquela época até hoje.
Por mais que o mundo ainda não seja perfeito, e por mais que ainda haja guerra, a consciência humana nunca se encontrou em um estado tão sutil e pacífico como atualmente.
Da mesma forma que a nossa Consciência aprende com os erros e os acertos, a Divina Consciência Cósmica também, e uma coisa é fato; se há de haver correções para um desenvolvimento de um plano maior, estas correções são feitas através do amor. Não sou apenas eu que estou dizendo isto; é a história também.
Memórias antigas do DNA magnetizam ressignificação
Em nossas almas há lembranças de momentos valiosos que vivemos com alguns seres espirituosos, essas memórias ocasionam um calor imenso no meu coração, pois foram muitos os aprendizados. Assim como eu, há muitos que sentem isso, alguns tem mais consciência disso mais que outros e está tudo bem. As almas que passam pela nossa vida são velhos conhecidos que a Divina Consciência Cósmica uniu em um certo momento desta vida para se curarem e aprenderem algo uns com os outros.
Quando estudamos a história do Brasil, percebemos muito sofrimento nas entrelinhas do desenvolvimento dessa nação. Na história do desenvolvimento da sociedade humana, o sofrimento esteve muitas vezes presente, mas da mesma forma que isto é perceptível, também é perceptível o fato de que o mundo nunca foi melhor que atualmente. A Grande Consciência Cósmica torna a experienciação humana melhor unindo estas velhas centelhas.
A Divina Consciência Cósmica
O que eu chamo de Divina Consciência Cósmica, Carl Jung chamava de Inconsciente Coletivo.
Na visão dele, o Inconsciente Coletivo é visto como uma dimensão totalmente impessoal, que interliga toda a humanidade, mesmo que a própria humanidade não tenha consciência sobre este fato.
Eu também enxergo a realidade deste jeito, e chamo ela de Divina Consciência Cósmica, pois creio que exista não apenas uma dimensão que nos interliga, mas uma consciência superior que influencia totalmente em consciências como as nossas.
Nosso cérebro é como uma antena, que também funciona por meio de uma estrutura elétrica. Assim como essa consciência superior, nós também somos um canal, entretanto, mais limitados. (Exploro isso mais profundamente no livro, e possivelmente em próximos artigos.)
Somos fractais de alma
Você sabia que o seu estado de consciência impacta diretamente no seu corpo físico? na sua aparência, na saúde dos seus órgãos, parte do corpo e etc…
Do mesma jeito que a sua consciência impacta nas consciências menores do seu corpo como os seus órgãos, a Divina Consciência Cósmica impacta diretamente em você, por isso, a conexão com ela é importante, pois foi dela que viemos, e somos uma centelha dela, um fragmento.
Uma centelha desconectada é como um personagem principal fora do próprio filme ou do próprio jogo.
Somos fractais interconectados
Já aconteceu com você; de enviarem uma mensagem pra ti, e quando você lê, percebe que aquela mensagem estava em sincronicidade com as suas presentes reflexões? ou com o contexto na qual você se encontrava?
Esses são apenas exemplos, assim como horas iguais e sincronicidades com a natureza, como se tudo, até mesmo a forma que vemos a nossa fisicalidade fizesse parte de uma grande rede neural.

A imagem acima é a estrutura em larga escala do universo, que se estende por bilhões de anos luz, conectando aglomerados e galáxias.
Os cientistas chamam esta estrutura de Teia Cósmica.
A teia cósmica lembra redes neurais, mostrando padrões fractais e interconexões. Da mesma forma que vemos padrões na natureza, seja nas plantas, nas águas, nos seres da terra ou do ar, esses padrões se estendem no universo a fora.
Esses mesmos padrões se encontram dentro de nós.
Akhenaton
Durante uma etapa da minha vida, foquei em assuntos espirituais, religiosos e esotéricos, temáticas que quanto mais eu absorvia, mais gerava em mim vontade de me aprofundar, e isso me inspirou a continuar os estudos.
Esta busca por respostas através de estudos esotéricos acabaram me direcionando a pesquisar assuntos que envergavam pro lado mais científico da coisa, até o momento em que comecei a ter insights que uniam tanto o lado científico quanto o lado espiritual / metafísico da vida.
No universo esotérico, é muito fácil encontrar temáticas relacionadas ao antigo Egito (Kemet), e de todos, o que mais me chamou atenção foi o antigo conceito propagado pelo faraó Amenófis IV, pois eu via que a ideia dele tinha total relação com coisas que, supostamente, tinham sido descobertas pela ciência mais tarde. Amenófis IV, também conhecido como Akhenaton, esposo de Nefertiti, foi o primeiro governante documentado a propagar o monoteísmo através da ideia de Aton.

Aton era representado como um disco solar, que irradia para a terra a luz e a vida que aqui é manifestada. Nitidamente, este disco solar era a representação do Sol como sendo não apenas um mero astro, mas uma consciência maior.
O incrível é que essa ideia é muito mais científica do que muitos podem imaginar, por mais que a mesma tenha sido propagada a mais de 3 mil anos atrás.
Além de propagar fótons, o Sol emite uma onda chamada radiação eletromagnética, esta onda é a mesma que permite com que você, leitor, consiga enviar uma mensagem do seu país para outro através de um smartphone, sem a necessidade de fios.
No momento em que você está mexendo em um smartphone ou computador, entre a sua retina e a tela, existem milhões, ou até mesmo bilhões de informações passando, e mesmo que você não veja, essas informações estão ali ao seu redor.
O AR
Respiramos informação o tempo todo, no hebraico, a palavra “Aleph” carrega um simbolismo que, no contexto elementar remete ao elemento Ar.
Na mitologia Iorubá, Olodumare (Deus) sopra o espírito do ser humano no Ori (cabeça). (postarei em breve um artigo sobre Cabala Alquímica, onde me aprofundarei sobre os temas elementares da cabala que são interconectados com conceitos da mitologia iorubá.)
Cientificamente falando, sabe-se que respirar pelo nariz de forma saudável faz com que o oxigênio adentre pelos dois orifícios igualmente, gerando uma oxigenação eficiente, e isso permite que o cérebro administre o funcionamento corpóreo de forma equilibrada, dando ao ser a sensação de tranquilidade, retirando qualquer resquício de ansiedade.
A conexão entre a sabedoria milenar ancestral e a ciência é algo espetacular, pois é através desta conexão com o conhecimento ancestral que percebemos o quanto é importante a conservação de algumas formas de se explicar conceitos básicos.
Quando a explicativa vai para um lado mais cientifico, para muitos, a didática acaba se tornando mais complexa, já através de mitologias como a Iorubá, ou através de conceitos como o de Aton, propagado por Amenófis IV a aproximadamente 3.350 anos atrás, a didática fica mais simples e fácil.
Apesar dos fótons que o sol emite e que permite com que nós enxerguemos as coisas, ou apesar da radiação eletromagnética emitida pelo mesmo, existem ondas que transcendem aquilo que nós sabemos.
Sempre existe algo maior, no sentido de regência. Da mesma forma que o nosso sistema solar é engrenado pela massa densa do nosso Sol, o nosso sistema solar rodeia um Sol maior que o nosso, que é rodeado por outros sistemas solares, e assim sucessivamente.
Chegamos até esta parte do texto para compreender que apesar do corpo e da mente existe algo maior, e nossos ancestrais falavam isso. Independente do tipo de cultura ancestral na qual você se identifica, existe algo universal, apesar das distorções geradas através dos milênios por egos desalinhados do amor de líderes religiosos.
Quando respiramos eficientemente, o nosso cérebro é oxigenado eficientemente, isso permite que ele funcione com mais conexão, fazendo com que o ser consiga trafegar na jornada da matéria de forma eficiente, sem ansiedade ou nervosismo.
Dentro do nosso cérebro existe uma estrutura neural, que funciona através de sinapses. Esta estrutura é, literalmente e tecnicamente, uma estrutura elétrica, ou como podemos também chamar; uma rede elétrica.
Energia, Espírito e Matéria
Meditar em respiração é potencializar o campo mental, potencializar o campo mental através desta prática é aumentar a conexão com Aton.
É dessa forma que o espírito ancora na matéria. Quando o corpo “mental” encontra-se em conexão com Aton, tanto por causa do Ar, quanto por causa da energia vital emanada por ele, o ser humano consegue experienciar essa dimensionalidade tridimensional com vida e com consciência. O Sol é um dos pilares mais importantes da vida terrestre.

Não há como “ancorar”, ou “pregar” o espírito na matéria, sem compreender o elemento Ar.
Quando um iniciado passa pela famosa “noite escura da alma” ou no clássico “vale das sombras da morte”, período do despertar que faz ele olhar para as próprias sombras, o mesmo começa a compreender muitas das metáforas por trás dos ensinamentos espirituais.
Ao mesmo tempo, surge a necessidade de compreender a si mesmo, pois apesar de um entendimento mais profundo sobre a realidade depois da “queda do véu”, o iniciado dificilmente perde a conexão com a divina consciência cósmica, pois apesar do ceticismo depois do despertar, as sincronicidades, ou coisas que acontecem em horas “certas”, ou de formas “inexplicáveis” apenas tendem a aumentar.
Depois de um despertar espiritual, o paradigma muda, ou melhor dizendo, expande, mas a consciência superior não deixa de se fazer presente na jornada da vida.
A rede neural, por operar fundamentalmente através de processos elétricos (fluxos iônicos e potenciais de membrana), gera campos eletromagnéticos mensuráveis.
Esses campos emergem da atividade coletiva dos neurônios e, por sua vez, podem modular essa mesma atividade, sugerindo uma dinâmica de retroalimentação entre a eletricidade neuronal e o campo que ela produz.
Embora o campo eletromagnético gerado pela atividade neural seja extremamente fraco em comparação com a radiação solar ou com campos artificiais, ele ainda segue o princípio fundamental de propagação ondulatória, essa forma de propagação está intrínseco na natureza. Abaixo está um exemplo de fractalização.

O universo é uma onda. No caso, estamos vendo uma imagem de uma forma da matéria densificada, mas não é por isso que ela deixa de funcionar de acordo com as leis universais da propagação da Onda.
Em artigos posteriores, na parte mais técnica científica, nos aprofundaremos no conceito das ondas.
Assim como uma gota minúscula ao cair em água parada cria ondas que se expandem por uma superfície muito maior que seu ponto de origem, a rede neural produz perturbações eletromagnéticas que se propagam para além do cérebro.
Essa expansão, mesmo que rapidamente atenuada pela distância, nos convida a refletir sobre como processos sutis e localizados podem, em princípio, gerar padrões que se estendem no espaço. Tal observação reforça a ideia de que a consciência, ancorada na matéria cerebral, não está completamente isolada do campo eletromagnético maior que permeia o ambiente terrestre.
É possível que essa expansão ocorra de forma a gerar outros tipos de estados da matéria, como uma alquimia cósmica, e um exemplo disso é o raio que vemos nos céus, que é gerado a partir de um campo elétrico denso. O mesmo também sofre um processo de fractalização, como na ilustração abaixo.

Quando vemos um raio no céu, é clássico ouvir a reverberação sonora do mesmo segundos depois.
Tecnicamente, a reverberação sonora de um raio surgiu primeiro a partir do campo elétrico que, devido a um processo hereditário, ocasionou em um som.
Campo elétrico denso > Fenômeno que gerou o Raio > Som
Este é um tipo de fractalização que transcende o conceito geométrico como conhecemos, trata-se na verdade de outras formas de energia gerada por uma diferente anteriormente.
Do mesmo jeito que esse processo hereditário acontece no caso demonstrado acima, isso também ocorre conosco; as nossas células trocam informação o tempo todo através de processos elétricos, nosso cérebro e grande parte dos nossos órgãos tem uma estrutura elétrica (a estrutura neural é, tecnicamente, uma rede elétrica).
O Som gerado por um raio é uma onda, o nosso corpo também emite ondas, o tempo todo, 24 horas, nós estamos interagindo com as ondas ao nosso redor o tempo todo.
Toda essa energia elétrica que se encontra em nós está reverberando e interagindo com outras ondas eletromagneticamente, no tempo espaço, ao mesmo tempo está se fractalizando e se tornando diferentes e complexos estados da matéria ou em forma de onda, nessa e em outras dimensionalidades que transcendem aquilo que os nossos aparelhos tridimensionais possam estudar até o momento.
A Energia Torus
A energia toroidal é um padrão energético que se manifesta em diversas escalas no universo, onde a energia flui em um ciclo contínuo, entrando por uma extremidade, circulando ao longo do interior, e saindo pela outra extremidade. Este fluxo cria um campo energético que é tanto dinâmico quanto estável, refletindo a natureza cíclica e interconectada do universo.

A nível microscópico, podemos observar padrões toroidais em átomos e células. Os campos magnéticos gerados por elétrons em movimento criam estruturas toroidais que são fundamentais para a estabilidade e a interação das partículas subatômicas.
Da mesma forma, a nível macroscópico, vemos esses padrões em planetas e galáxias, onde os campos magnéticos e gravitacionais seguem trajetórias toroidais.


Cada torus, seja ele atômico ou galáctico, está em constante movimento e transformação, refletindo a dinâmica do universo. Essa interconexão sugere que tudo está ligado em um ciclo contínuo de energia e informação, onde cada parte influencia e é influenciada pelo todo.
